Blog do Dom Morais.

 

Dom Morais

Eu sou simplesmente Dom Morais e gosto de fazer poesias.





Autor: Dom Morais

Te odeio mãe natureza!
To farto do teu engodo
Teu disfarce azul-turquesa

Como queres que eu te tenha amor?
Acumulas tanto ódio em córregos
Soterra teus próprios filhos
Droga! Não sabes que matastes?

Por pouco quase morro!
Sinto que morri um pouco
Para que tanta provação?

Do que restou, quase nada ficou
Meus entes... Uns bons, outros doentes
Até meu cachorro... Minha morada
Morro abaixo em avalanche destroçada

Se for pra testar de minha fé?
Ah, isso eu não aceito!
Não te dou meu perdão

É castigo pelo assorear dos leitos?
Vai! Desabriga os eleitos, de nocivos pleitos
Tuas enxurradas me deixam de alma vazia
Tormenta meus olhos d’água em profunda agonia.


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P4R4N014 V1RTU4L
Autor: Dom Morais


Meu barco tem vários navegadores
E eu atrapalhado não sei qual acionar
Enfeitado qual penteadeira de quenga
O meu processador i7 hoje vou estrear

O vento norte me traz boas lembranças
Do meu saudoso e rodado Pentium 100
Tinha o Netscape instalado no sistema
Creative Labs 4x e Subwoofer também

O pano de fundo era a Cindy Crawford
Na proteção de tela o Johnny Castaway
No zumbido da noite inocentes disputas
Tantos Lammers e até Larvas derrubei

A união das fronteiras distorceu os limites
Papo entre aparelhos Bluetooth já é banal
A ida do homem à lua, leigos dão palpites
O assunto rola no Twitter, à moda digital

Com pacotes de malicia e receitas de bolo
Menino virando H4cK3r parece coisa normal
Dispara seu torpedo farejador o tenro tolo
Brincadeiras de Curumim que só fazem mal

Na Backdoor, Rootkits e seus malwares
São alados os rasteiros cavalos de Tróia
Tiram de orbita satélites em plenos ares
E eu cá no divã, pherdido nessa paranóia.


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Velha e sonolenta mãe
Autor: Dom Morais

Não ouves direito o que te falo mouca?
De macaquinho já não me carregas mais...
O teu andar compassado alá filha do vento
Hoje medem passos em turvos olhos d’água
Faz parte de um soluçar silenciado por dentro

A oclusão desconexa escorre-te a polenta
É apenas empapada... Não podes acelerar?
A ciranda agora roda em eterna correria
Na mochila que me punhas pão e caderno
Traz um notebook... É o amigo de cada dia

Ontem tua paciência de Jó me aguardava
No meu zig, zig, zá de teimosia me afagava
Minha vida mãe, agora é um versejar malfeito
Não sei por quanto tempo te terei por perto
Pra dizer que te amo, recostado em teu peito.

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M4G14
Autor : Dom Morais

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MEIN KAMPF DE MAINARDI

Autor: (Dom Morais)

Sem causa, berra aos quatro cantos o insano
No odor de suas palavras obradas, faz-se fel
O sisudo ghost-writer, na aparência Gargamel
Fala de seu oculto invejado como fosse tirano.

Na insistente gana sobrevive a urubuzar
Cego como um fanático impondo sua razão
Iludindo os idiotas com o tom do seu falar
Aflora idolatria por sua anta em devoção .

Sua falsa casta nata a confundir-se co'a burguesia
veja à volta, sua tropa torpe passada em revista
Escreveu
seu Mein Kampf em um ninho extremista
Hostilizando The Best da nossa cabal democracia

O furo do Ctrl-C + Ctrl-V, em primeira mão
Agita seus compadres numa duvidosa pendenga
Reza sua maléfica ladainha em loop lengalenga
É o passarinho do rolex, desdenhando o povão

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LIBERDADE
Autor (Dom Morais)

O verdadeiro tesouro do afortunado
Andar sem rumo ao sol de cada manhã
A aflição d’alma a quem foi privado
O direito de pecar e comer a maçã.

A liberdade não é um ponto no tempo
Ou fumaça ao vento que se possa tragar
É o reiterar na conduta e na ética
É o bem-te-vi ao por do sol retornar.

Arbítrio do livre ao ventre adquirido
Pés descalços no próprio torrão
Analfabeto nas carreirinhas entendido
Princípios de direito nos erros do coração.

Liberdade!
Aqui em cima nos phoda o tom forte
Os escravos de outrora ainda te esperam...
Sentados no Norte.

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SALVAS AO HERÓI
Autor (Dom Morais)

Quando Moises orava, o mar vermelho se abria
A mãe gentil de outrora, chora ao mar
Suas lagrima roladas à violência
São difíceis de enxugar

Mais um gigante tombado
Casca verde, seiva vermelha, sua vida...
Os dedos da justiça esmagaram sua identificação
Os direitos do erro o tornaram indefeso
Quem dera pudesse ter defeso!
Policial cai na rede, mas não é peixe
Sob as normas da caça um velho ditado
Tira?
Ta liberado.

-Porque permites oh Deus,
aos humanistas uma nova religião?
Suas bíblias sangram a hipocrisia rabiscada
No topo do mastro um salve feio ao pendão da matança
Aos nossos heróis a meio pau crucificada, morre a esperança

Um triste toque, uma salva
Nas mãos uma bandeira enrolada
No peito um vazio que não se encerra
Por um ato desumano cumprido
Por mais uma sentença de um filho perdido.

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A CULPA
Autor (Dom Morais)

Eu não pedi para nascer
Por que me acordas para viver?

Ta ficando tão escuro aqui
Virou fumaça minha ilusão
Na bagunça do meu quarto
Meu refugio é meu colchão

Seus monstros e companhia
Me empurram para o chão
Sob um cenário nebuloso
Meus grilos cantam a canção

Tristeza choro e melancolia
Vieram me estender a mão
No abismo de uma mente
O fim do poço é a emoção

Desabando em precipícios
Procurando encontrar
Algum culpado entre gritos
Que eu possa apontar

Na lamina d’água do poço
Vejo uma imagem se formar
Tem meu rosto e costumes
Por que devo acreditar?

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CYBER CONDORISMO 1996
Autor: Dom Morais

Acionei meu navegador
Sai por ai sem rumo e sem era
A bordo de um poderoso Pentium 100
Hoje não tem pra ninguém.

Com algumas pessoas vou teclar
Outras vou derrubar
Não é esse o linguajar?

A distancia entre eu e o fim do mundo
É apenas um clicar
Quem dera fosse fácil
Um Hacker me tornar.

Envolto a tantas novidades
Não posso me calar
Nem por brincadeira um CLEAR MEMORY
Minha mente apagar.

Dizem que sou uma LARVA
Com presságios agourentos
Jamais perdoarei um LAMMER
Disposto a me enfrentar.

Ontem me mandei pra China
Hoje para Israel
Acho que posso chegar aos Deuses
Com essa torre de Babel.

Se o zumbido do modem
Porventura eu não escutar
Terei muitos problemas
Na hora de me conectar.

Sempre em meu mundo disposto
Com muito gosto e sem rosto
A gramática atrapalhar
Mostrarei com meias palavras
Um mesclado linguajar.

Sou produto do meio
Hoje farei uma revelação
- Cala a boca Arco-íres!
Não é isso não.

Que seja neste século atualizado!
O condorismo de Castro Alves retificado!
O modo Cyber da sintaxe carimbado!
Ousarei em versos programar!

Sei que um dia quando póstumo!
Algum louco vai atualizar!
Que seja uma nova versão!
Seguida de ponto A.


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CICLO DA VIDA
Autor: Dom Morais

Segurou na minha mão
Me trazendo proteção,
Contra os males da vida
Forte me fez ficar,
As trincheiras e os caminhos
Mostrou-me como trilhar
E nos jogos da vida
As armadilhas driblar.

O tempo foi correndo
Acabei não entendendo
Porque tinhas que partir...

Segurou na mão de Deus
Nem de mim se despediu,
Minha infância foi contigo
O meu coração... Amigo
Encarou tamanho castigo
Ecoando não se vá.

Sou o rebento que implora
Por teu colo toda hora
Sonhando com o seu afagar.

Esse maldito tempo que não cansa!
Ao meu redor continua correndo
Mas acabo percebendo
Sou eu que estou morrendo
E meu filho a me adorar

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SE MEU SOBRETUDO FALASSE
Autor: Dom Morais

Então fizestes do cemitério Meca tua?
Em pálido semblante insano, sobretudo típico
Lord Byron desfolhado à lápide nua
Dorme a cidade aos olhos do gueto em pico.

O
que farás frente ao muro de tua morada?
Arrastar correntes, em tom deprimente escuro farda?
Dores da madrugada, a barra não tarda
Ávido entre mágoas, uma vela triste ao bolo arda.

Roga ao mundo, entre culpas e pragas sucumbir
Que o ranger da porta ouça à madrugada a tua chegada
Quase trinta sopros rumo ao castelo em grãos ruir.

Será meio dia, assolação anuncia o suor que há de vir
Os anjos fogem... Caído e só ao caminho que vás trilhar
Sobretudo ao canto surrado, como a perguntar-te: - E ai?

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DOCE FEDOR DA MORTE NO TRONO
Autor: Dom Morais

Oh! Sou um vampiro fracassado
Beterraba com ketchup já me deu problema
Nesta solidão do meu caixão abandonado
Por minha amada que me deixou com cachimblema

Fugiu com outro desprezado meu amor
Não me resta mais nada a não ser um triste final
Não quero mais viver eu quero MÓRREEEEE
Que seja doce a morte digna de um vamp real

Lacto purga magnésia caroço de manga e repolho
Vidro moído farpa de estaca bala de prata junto ao leite
Pro meu deleite ficando roxo, tufando o olho

Corpo suado sentado ao trono eu sou rei
Já estou podre horas depois com o boga assado
Todo cagado descobri sou imortal, Oh!Quero MÓRRÊEEEE.

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Poesia sem Rima
Autor: Dom Morais

Uma poesia sem rima é igual a um doido
Você ajeita... Melhora mas nunca fica bom
É como um zarolho que não anda por onde olha
Ou a um bêbado que não olha por onde anda

É a homenagem aos que nunca tiveram nada
Batalharam e hoje não têm porra nenhuma
É o mesmo que dar rasteira em cobra
Ou cachuleta em orelha jaboti

Definitivamente me recuso a escrever
Poesia sem rima?
- Nem Phodendo eu faço!

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BEBER PARA ESQUECER

Autor: Dom Morais

Hoje eu quero caprichar!
Garçom traz aquela!
A que queima por dentro
Faz caminho rasga a goela

Quero queimar óleo 90
Bater pistão, quebrar biela
Esquecer da infeliz
Apagar o nome dela.

Acelera!
Que vou pra janela
Cantar pra ela.

Hálito puro de um dragão
“Qem botô nois bebê foi U cão”
Não me filma pro YouTube
Me tira do chão.

Para de girar que eu quero descer!
Juro, nunca mais vau beber
Sou um homem religioso
Acredito e tenho fé
Um golinho jogado ao canto
Sou devoto do Santo Mé.

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HIGHLANDER BRASILEIRO
Autor: Dom Morais

Jurei pros meus botões
Não mais escrever poesias
Os bons olhos as discriminam
Por não haver melancolia
Prefiro morrer coaxando
Tal sapo em noite fria
Ao dobrar-me diante de um estilo
Em tom de heresia
Com a mântica cheia de espinhos
A torturar-me por todo o dia.

No meio dessa corja
A safra velha, nova e futura
Clamam por minha sepultura
Estreita, rasa por morte imposta
Imaginam que dentre poucos dias
Federei mais que bosta
Esses ratos hipócritas
Ao rasgar minhas doces palavras
Afloram a própria pederastia
Dando as costas como resposta.

Prefiro o ranger de dentes
Misto de ressaca no outro dia
Ao ouvir o tocar de uma lira sem a origem
Cujo tempo a deixou
Perdida na mitologia

Quem diria?
- Até tu, gótico?
Hoje rebolas sem braços
Quase sem beira
Vive a arrastar-te como uma serpente
Ao deleite coceira.

Vivas ao tatu que morreu cavando na mesma direção!
Com a tenaz na forja
Aquecerei minhas palavras
Até a vermelhidão
Sobre a pedra moldado
Um fio afiado.
Highlander cortado
Cabeça jazia
Cego enxotado
Como um boi numa baia
Rumo a uma academia

Prefiro morrer mil vezes prostrado
Que imortalizado e mumificado
Sob um manto escuro-verde
Tom ouro bordado
Sem ter alegria.

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SANGUE NAS ESCADARIAS
(Autor: Dom Morais

Antes que algum gaiato me repreenda
Eu falei em Off aos amigos
Prefiro assim, que falar em Cc
É como sussurrar com a cutela da mão ao lado da boca
É o dizer do coração cheio
É o dia que não terminou para os Detonautas

Foi simbólico o sangue na escadaria
Pena que o Zé ninguém não estava lá
A pesar dos Flashs, a praça estava vazia
Não sei o que é pior: Ler as noticias
Ou amanhecer coberto por elas
Só sei que não ficarei Out
Meus olhos podem até ficar grandes de medo
Jamais vermelhos de fumaça na escuridão

Enquanto muitos de vós cortados de bisturi nasciam
Eu pintava meu rosto de verde e amarelo
Dando o fora a um collorido sem sentido
Já vi e a cada dia reconheço que não vivi bastante
Minha boca pode até virar formigueiro
Falarei torto, mas verdadeiro

Minha pele não será furada
Como “Tauba de tiro ao Álvaro”
Os propositais de Adoniran são meus acertos
Não encantarei o mundo com o drible da vaca
Correrei ao lado do prejuízo para não perder o gol

Ser maldito é viver na penúria e sorrir
Ser maldito é encher o bolso com a desgraça alheia
Ser maldito é jogar as verdinhas para cima e dizer:
“ Pega senhor, o que cair é meu.

“Voltem ao saco de seus pais”
Aprendam tudo outra vez
A vida não acabará num orgasmo
Como desejou de Charles Chaplin
Melhor ter fica mudo
Pensem enquanto as Luzes da Ribalta não se apagam
Sejam porcos, mas arrotem alegria
Fucem bastante para encontrar a PAZ

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A FLORESTA ENCANTADA

Autor: Dom Morais

 

Numa era bem distante

Na floresta encantada

Vivia uma águia com um cisne

E uma onça pintada

 

Nessas verdes lindas matas

Onde a lei era ditada

Com fuzil e baioneta

Cassetete e chicotada

 

Coitada da bicharada

Andava miudinho e tinha fé

Para não ser devorada

Uma pantufa em cada pé

 

Um dia com coragem

A gazela resolveu

Reunir todos os bichos

Uma festa promoveu

 

Com cantigas de rodinha

Na beira de um igarapé

Convidaram o lobichomem

Com a mulher Jacaré

 

A velha onça desbotada

Do profundo sono acordou

Tirou do baú suas baratas

E com a festa acabou

 

Foi um pula-pula vuco vuco

Um alvoroço gritaria

Escorrega e sobe pelas arvores

Uma tremenda correria

 

Os bichos invadiram a cidade

Na selva nenhum mais cabia

Despertaram da nobre imprensa

Uma tremenda simpatia

 

Um grupo de humanos

Resolveu investigar

Perguntaram para a onça

- O que foi que aconteceu?

Foi a gazela Julieta

Que um motim promoveu.

 

A noticia se espalhou

E a gazela apareceu

Numa capa de revista

Com o Bambi seu Romeu.

 

O final não foi feliz

Para o conto que é de fado

Acabaram dançando uma musiqueta

Queixo no ombro, olhar de lado

“Ado a-Ado cada um no seu quadrado”

“Ado a-Ado cada um no seu quadrado”


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//@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@  

/*Este poema é para ser lido pelos alunos dos cursos de informática*/

 

//Um algoritmo + poema = algorema transcrito em PASCAL.

  VÔO SOMBRIO

    {Autor: Dom Morais}

   
As variáveis não vou declarar;
         Vai ser um programa irregular;
         Nem as strings vão compilar;
         Quanto mais rodar;
         Mesmo assim vão hackear;


    Begin;
           ClrScr;
           Nobre condor faça-me um favor;
           Não precisa pressa nem apelação;
           Com suas garras, primeiro a alma;
           Tem que ter terror, muita dor e judiação;
           Seja cruel, imponente e prudente;
           Arranque um dente, por derradeiro o coração;
           Essa parte não me serve;
           Ou ficas pra ti ou joga no chão;
           Podes tentar usar concatenação;
           Acho que não;
     

           Begin;
                  Quando a mente não sincroniza;
                  O bom, quase morto agora agoniza;
                  Não sei se quero assim;
                  Não sei o que é inicio ou fim;
                  Acho que estou em loop;
                  Sempre me retorna begin;

            

                  Begin;
                         If (começar de novo) then
                         Segues até esmagar o estorvo ;
                         O pensamento pode parecer confuso;
                         É como calcular o obliquou e o obtuso;
                         Incomoda-me muito esse argueiro;
                         Sobrevoa cada milímetro do poleiro;
                         Sejas pontual e certeiro;

                    

                         Begin
                                If (começar pelo joelho) then
                                Olha primeiro nos olhos vermelhos;

                                Se eu morrer, vinga-me;

                      Ao quebrar dos espelhos;

                                Else (perdoa)
                                Writeln (‘Meia volta e voa’);

                         end;

                  end;

           end;

    end.

 

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posted by DOM MORAIS 6:02 AM


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